Terça-feira, 6 de outubro de 2026

Três estrelas Michelin inéditas colocam São Paulo no mapa da alta gastronomia mundial

São Paulo é assim: às terças, às sextas, na chuva de verão ou no frio de julho, há uma mesa esperando — japonesa, italiana, brasileira, peruana, das 55 nacionalidades gastronômicas que a cidade abriga...

Por Reprodução20/05/2026 às 18:002 min de leitura
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Três estrelas Michelin inéditas colocam São Paulo no mapa da alta gastronomia mundial
Imagem: Reprodução

São Paulo é assim: às terças, às sextas, na chuva de verão ou no frio de julho, há uma mesa esperando — japonesa, italiana, brasileira, peruana, das 55 nacionalidades gastronômicas que a cidade abriga. Se a metrópole de 50 mil restaurantes já faturou R$ 34,9 bilhões no ano passado, agora ela tem um argumento a mais para atrair os turistas mais exigentes do mundo: dois endereços que o Guia Michelin considera excepcionais o suficiente para justificar uma viagem. Na edição 2026 do guia, Ivan Ralston, do Tuju, e Luiz Filipe Souza, do Evvai, tornaram-se os primeiros cozinheiros da América Latina a conquistar três estrelas — o reconhecimento máximo do guia gastronômico mais influente do mundo.

Criado em 1900 pela fabricante de pneus francesa como um manual de estradas para motoristas, o Michelin passou a avaliar restaurantes a partir de 1926 e é hoje o árbitro supremo da alta cozinha. Três estrelas indicam uma cozinha excepcional que, por si só, "vale a viagem". São menos de 160 restaurantes no mundo que carregam essa distinção.

Agora, dois deles ficam em São Paulo — cidade que entra para um grupo seleto: Tóquio tem 11 restaurantes com a distinção máxima; Paris, nove; Londres, seis; Nova York, cinco.

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