Terça-feira, 6 de outubro de 2026

O novo caos político que deixou o Rio de Janeiro “acéfalo” na política

O Rio de Janeiro vive dias de caos político e administrativo, com os poderes Executivo e Legislativo "simplesmente "acéfalos" e sem titular. Essa realidade ocorreu a partir de uma série de fatos que i...

Por Reprodução31/03/2026 às 18:002 min de leitura
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O novo caos político que deixou o Rio de Janeiro “acéfalo” na política
Imagem: Reprodução

O Rio de Janeiro vive dias de caos político e administrativo, com os poderes Executivo e Legislativo "simplesmente "acéfalos" e sem titular. Essa realidade ocorreu a partir de uma série de fatos que inclui o (ex) governador Cláudio Castro (PL) declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após renunciar ao cargo para tentar manter viva a chance de concorrer ao Senado nas eleições deste ano. O "efeito dominó" inclui a inexistência de vice de plantão — Thiago Pampolha (União Brasil), por sua vez, havia renunciado antes de Castro e assumido uma vaga no Tribunal de Contas do Estado — e com Rodrigo Bacellar (União Brasil), (ex) presidente da Assembleia Legislativa e terceiro na linha sucessória estadual afastado e preso por suspeita de vazar informações sobre operações contra a facção criminosa Comando Vermelho.

A situação é desastrosa mesmo para os padrões da política fluminense, que tem na bagagem o histórico de quase todos os ex-governadores desde a redemocratização tendo sido presos ou enfrentado acusações de corrupção diversas na Justiça em meio ou após seus respectivos mandatos. Agora, cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) decidir como vai ser resolvido o "pepino" de um mandato-tampão. Há duas opções: O julgamento no plenário da Corte suprema está marcado para o próximo dia 8.

Enquanto isso, quem comanda o estado fluminense é o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), desembargador Ricardo Couto Castro, que já avisou: “Um presidente de tribunal não está preparado para ser governador do estado. Ele ocupa situações emergenciais, pontuais, de forma temporária para fazer essa transição”, afirmou à imprensa após ser mantido no cargo.

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