Terça-feira, 6 de outubro de 2026

Tarcísio reage com operação contra barreiras do PCC, troca na PM e ações antirroubo de celulares

O último fim de semana terminou de maneira atípica para os moradores da favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. Uma operação especial da Polícia Militar fora do comum para os padrões da regi...

Por Reprodução06/05/2026 às 18:002 min de leitura
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Tarcísio reage com operação contra barreiras do PCC, troca na PM e ações antirroubo de celulares
Imagem: Reprodução

O último fim de semana terminou de maneira atípica para os moradores da favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. Uma operação especial da Polícia Militar fora do comum para os padrões da região aconteceu no final da tarde do domingo (3) na comunidade dominada pelo tráfico de drogas onde vivem cerca de 60 mil pessoas. Uma pessoa desavisada vendo as imagens poderia pensar que se tratava de alguma comunidade dominada pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro: a remoção de barreiras físicas em vias públicas supostamente instaladas por integrantes da facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC) para impedir e controlar a livre circulação de veículos e acesso no local.

A ação aconteceu depois de o jornal Folha de S. Paulo publicar no mesmo dia uma reportagem contando que os criminosos da facção paulista estavam adotando em Paraisópolis as mesmas táticas de controle de território da facção Comando Vermelho em comunidades do Rio de Janeiro e em outras regiões do país. Imagens da operação policial foram compartilhadas pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“Não haverá lugar em São Paulo onde a polícia não entre ou onde o Estado seja impedido de atuar. A luta contra o crime organizado é diária, e não permitiremos que bandidos controlem territórios e subjuguem moradores e comerciantes”, afirmou o governador. Nas imagens, é possível ver que barreiras de metal e concreto trazem a inscrição “PCC”, e Tarcísio não parece querer esconder o que poderia ser visto como um constrangimento — autoridades de outros estados chegam a negar que haja crime organizado em seus territórios.

“O PCC nasceu, cresceu e se espalhou pelo país durante governos que negavam sua existência e, muitas vezes, foram coniventes. Nós não somos mais assim, vamos lutar todos os dias para afastar esse mal, que causa medo à nossa população e atrapalha o crescimento do nosso estado”, continuou o governador em busca da reeleição.

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