Reviravolta no caso Orelha: adolescentes são inocentados
Meses depois de mobilizar multidões e comover ativistas dos direitos dos animais no país inteiro – além de repercutir nas ruas e até reacender o debate sobre a maioridade penal –, o caso da morte do c...

Meses depois de mobilizar multidões e comover ativistas dos direitos dos animais no país inteiro – além de repercutir nas ruas e até reacender o debate sobre a maioridade penal –, o caso da morte do cão Orelha na Praia Brava, em Santa Catarina, terminou com uma reviravolta. Os adolescentes acusados pela morte do animal foram inocentados, e a conclusão é que o cão morreu por causa de uma “doença preexistente”. Após a reanálise de dois mil arquivos digitais, laudos periciais e a cronologia dos fatos mostraram que o grupo não teve contato com Orelha na praia e que a morte do cachorro estaria associada a um mal de saúde, e não a agressões.
O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) pediu nesta terça-feira (12) o arquivamento do caso, acusando a Polícia Civil do estado de seguir uma linha única de investigação para incriminar os jovens.
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