Terça-feira, 6 de outubro de 2026

Por reeleição de Lula, PT nacional proíbe candidatura do partido no RS

"A Comissão Executiva Nacional, reunida em 7 de abril de 2026 e, no uso de suas atribuições políticas e estatutárias, resolve: (…) Determinar que a tática política no Estado do Rio Grande do Sul deve ...

Por Reprodução16/04/2026 às 18:002 min de leitura
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Por reeleição de Lula, PT nacional proíbe candidatura do partido no RS
Imagem: Reprodução

"A Comissão Executiva Nacional, reunida em 7 de abril de 2026 e, no uso de suas atribuições políticas e estatutárias, resolve: (…) Determinar que a tática política no Estado do Rio Grande do Sul deve estar alinhada à leitura nacional e internacional da conjuntura, com encaminhamentos coerentes e responsáveis, dando consequência a análise com ações que colaborarem com essa imposição histórica. Não há nada mais importante que a reeleição do Presidente Lula”, afirma a resolução inapelável. "Reafirmar a necessidade de construção de aliança com o Partido Democrático Trabalhista (PDT), considerado força fundamental na consolidação do campo democrático brasileiro.

Essa construção deverá agregar os partidos de centro- esquerda que historicamente são nossos aliados; Definir a construção de uma tática eleitoral conjunta com o PDT, e demais partidos do campo democrático, sob a liderança da companheira Juliana Brizola, como expressão política dessa estratégia no Estado do Rio Grande do Sul. Entendemos que o companheiro Edegar Pretto é a liderança com maior legitimidade para liderar essa construção”, continua o documento, de caráter autoritário e tom “bolchevique”, ao praticamente decretar uma intervenção do diretório nacional do PT no diretório estadual do Rio Grande do Sul, que relutava em obedecer a ordem da Executiva Nacional e insistia no lançamento de um candidato próprio. Assim, o partido fica sem candidato próprio ao governo do estado pela primeira vez desde que foi fundado, desde 1982, quando houve a primeira eleição direta para governador após 1965.

O alinhamento em terras gaúchas foi uma exigência do PDT para confirmar o apoio à campanha da reeleição do presidente no plano nacional. Depois de protestos e críticas, o ex-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Edegar Pretto (PT) abriu mão oficialmente de sua candidatura no final da semana passada. A tendência agora neste arranjo imposto pela executiva nacional do PT é que Pretto seja vice na chapa encabeçada por Juliana, neta do ex-governador Leonel Brizola.

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