Terça-feira, 3 de novembro de 2026

Pesquisas indicam segurança e economia como principais demandas dos eleitores após as eleições

Levantamentos mostram a segurança pública no topo das preocupações dos brasileiros, enquanto o mercado financeiro cobra cortes de gastos e ajuste fiscal.

Por Redação WebTV Brasil03/11/2026 às 00:032 min de leitura
Fonte: Gazeta do Povo (Leia)
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Pesquisas indicam segurança e economia como principais demandas dos eleitores após as eleições
Imagem: Gazeta do Povo

Pesquisas de opinião realizadas após o período eleitoral apontam a segurança pública e a economia como as principais demandas da população brasileira para a gestão federal. De acordo com o levantamento BTG/Nexus, realizado entre 4 e 7 de setembro de 2026 com 2.002 eleitores, o tema da criminalidade lidera as preocupações com 35% das citações, seguido por saúde pública com 31% e combate à corrupção com 23%.

Dados do instituto Quaest, colhidos entre 10 e 13 de agosto de 2026 com 2.004 entrevistados, também posicionam a segurança pública na primeira colocação das prioridades, mencionada por 33% dos entrevistados. O levantamento mostrou a saúde pública e a corrupção empatadas com 14% das citações cada, enquanto os assuntos econômicos registraram 5% das menções diretas.

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Na área da segurança, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontaram que a atuação de facções criminosas e milícias alcançou a vizinhança de 19% da população do país. Especialistas do setor indicam a expansão da inteligência policial, o combate ao crime de rua e o sufocamento financeiro das organizações como medidas necessárias para enfrentar a violência urbana.

No âmbito econômico, a população manifesta preferência pelo aumento real do salário mínimo, redução da inflação e manutenção de programas sociais. Em contrapartida, agentes do mercado financeiro e empresários demandam o corte de despesas públicas, o fim dos déficits fiscais e a redução da trajetória da dívida para viabilizar a queda das taxas de juros.

O economista Luis Carlos Burbano Zambrano afirma que o governo enfrentará pressões opostas para equilibrar as contas públicas e atender às reivindicações da sociedade. Segundo ele, as decisões sobre previdência, despesas obrigatórias e subsídios tributários envolverão escolhas com impacto no investimento público e na prestação de serviços essenciais.

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