Terça-feira, 6 de outubro de 2026

Pequeno aeroporto será transformado em polo de aviação executiva em Santa Catarina

O aeroporto Campo Comandantes, em Itajaí (SC), está fora do radar de operadores de táxi-aéreo, de empresários e de seus aviões. A Aruna Urbanismo, incorporadora paranaense especializada em empreendime...

Por Reprodução23/04/2026 às 12:002 min de leitura
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Pequeno aeroporto será transformado em polo de aviação executiva em Santa Catarina
Imagem: Reprodução

O aeroporto Campo Comandantes, em Itajaí (SC), está fora do radar de operadores de táxi-aéreo, de empresários e de seus aviões. A Aruna Urbanismo, incorporadora paranaense especializada em empreendimentos de alto padrão, pretende elevar o status dele nos próximos meses e transformá-lo em um dos principais aeroportos executivos do Brasil. Inspirado nos condomínios aeronáuticos dos Estados Unidos — os chamados fly-in communities —, o Campo Comandantes foi aberto em 2011 e desde então abriga casas com hangares, cujos proprietários operam as próprias aeronaves.

A estrutura daquela época segue praticamente a mesma, com uma pista de mil metros de comprimento por 18 metros de largura. A pista será o primeiro alvo das intervenções da Aruna. Ela será ampliada em 400 metros no comprimento e terá 30 metros de largura, receberá balizamento noturno e poderá receber aeronaves maiores, atingindo cerca de 90% dos modelos usados atualmente na aviação executiva.

“Hoje temos uma vocação que é muito limitada e a aviação executiva é um potencial em franca expansão. O passo de hoje é transformar uma fly-in community em um aeroporto executivo de alto padrão. É um upgrade.

É uma transformação”, descreve o antigo proprietário do Campo Comandantes e agora sócio da Aruna no empreendimento, Eduardo Appel. A expectativa é de que essa primeira fase de expansão esteja finalizada até o fim de 2026, assim como a infraestrutura para hospitalidade de usuários e pilotos. O empreendimento já obteve a licença ambiental prévia e aguarda a licença de instalação para iniciar as obras, que devem levar até seis meses.

O passo seguinte, em 2027, é implantar uma base mais estruturada para operação, com atendimento exclusivo para passageiros e tripulações, serviços personalizados e suporte em solo. Além disso, está previsto o início da construção de um complexo imobiliário, divididos entre condomínio aeronáutico e hangares maiores para locação e operação privada. Ao final de toda a implantação — que será feito de acordo com a demanda —, serão 65 hangares.

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