Terça-feira, 20 de outubro de 2026

Especialistas sugerem três critérios para tomada de decisão sob pressão

Líderes enfrentam o desafio da urgência permanente e podem utilizar métodos de filtragem para definir prioridades e melhorar a gestão.

Por Redação WebTV Brasil20/10/2026 às 06:012 min de leitura
Fonte: InfoMoney (Leia)
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Especialistas sugerem três critérios para tomada de decisão sob pressão
Imagem: InfoMoney

A sensação de urgência constante no ambiente de trabalho tornou-se um estado permanente, diferenciando-se de problemas pontuais que possuem início e fim. Esse cenário exige que gestores alterem a forma como lidam com suas rotinas, focando menos na definição de tarefas imediatas e mais na escolha estratégica sobre o que deve ser mantido, adiado ou descartado. Especialistas apontam que a pressão contínua pode levar líderes a reproduzir ciclos de sobrecarga em suas equipes.

O primeiro critério sugerido para a tomada de decisão envolve a reflexão sobre a necessidade da presença do gestor na tarefa. A análise questiona se o líder assume a responsabilidade por ser a pessoa mais capacitada ou apenas por um hábito enraizado. A confusão entre responsabilidade e propriedade de processos pode gerar acúmulo desnecessário de trabalho, impedindo que o foco seja direcionado para atividades que geram maior valor para a organização.

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Outro ponto relevante é avaliar se a decisão tomada trará resultados crescentes ao longo do tempo ou se serve apenas para aliviar a pressão momentânea. O foco exclusivo em resolver problemas imediatos pode mascarar a falta de investimentos em processos de longo prazo, como o desenvolvimento de talentos. A recomendação é privilegiar escolhas que influenciem a trajetória da empresa, em vez de buscar apenas alívios temporários que não garantem progresso duradouro.

O terceiro teste propõe avaliar se a procrastinação de uma decisão ocorre devido à sua incorreção ou pelo receio de enfrentar as consequências. A urgência é apontada como um mecanismo que permite o adiamento de medidas desconfortáveis, muitas vezes sob justificativas de falta de tempo ou necessidade de mais dados. O enfrentamento consciente dessas questões é apresentado como uma alternativa para que líderes exerçam melhor julgamento em um ambiente de trabalho que não permite a eliminação total da urgência.

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